sexta-feira, maio 25, 2007
A L E G R I A ( Arnaldo Antunes)
Eu vou te dar alegria
Eu vou parar de chorar
Eu vou raiar o novo dia
Eu vou sair do fundo do mar
Eu vou sair da beira do abismo
E dançar e dançar e dançar
A tristeza é uma forma de egoísmo
Eu vou te dar eu vou te dar eu vou
Hoje tem goiabada
Hoje tem marmelada
Hoje tem palhaçada
O circo chegou
Hoje tem batucada
Hoje tem gargalhada
Riso e risada
Do meu amor
quarta-feira, maio 23, 2007
M U S I C A N D O - S H O W

Show Geléia Geral ... de volta à tropicália
Arthur Nogueira & Juliana Sinimbú
Arthur Nogueira & Juliana Sinimbú
24 de maio (quinta -feira) às 20:30h
Teatro Maria Sylvia Nunes - Estação das Docas
Ingressos a venda no local do show - R$ 5,00 reais
Teatro Maria Sylvia Nunes - Estação das Docas
Ingressos a venda no local do show - R$ 5,00 reais
sexta-feira, maio 18, 2007
M U S I C A N D O

Eyes Open ( Snow Patrol)
All this feels strange and untrue
And I won't waste a minute without you
My bones ache, my skin feels cold
And I'm getting so tired and so old
The anger swells in my guts
And I won't feel these slices and cuts
I want so much to open your eyes
Cos I need you to look into mine
Tell me that you'll open your eyes
Get up, get out, get away from these liars
Cos they don't get your soul or your fire
Take my hand, knot your fingers through mine
And we'll walk from this dark room for the last time
Every minute from this minute now
We can do what we like anywhere
I want so much to open your eyes
Cos I need you to look into mine
Tell me that you'll open your eyes
All this feels strange and untrue
And I won't waste a minute without you
terça-feira, maio 08, 2007
Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:
"Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, dor que desatina sem doer".
Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação:
"Ah! Camões, se vivesses hoje em dia, tomavas uns antipiréticos, uns quantos analgésicos e Prozac para a depressão. Compravas um computador, consultavas a internete descobririas que essas dores que sentias, esses calores que te abrasavam, essas mudanças de humor repentinas, esses desatinos sem nexo, não eram feridas de amor, mas somente falta de sexo!"
Ganhou nota dez. Foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era falta de sexo...
segunda-feira, maio 07, 2007
H O M E N A G E M

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O deputado federal mais votado da historia do país, com 1,5 milhão de votos, Enéas Carneiro (PR-SP), 68 anos, morreu na tarde deste domingo vítima de leucemia, após ter sido desenganado há uma semana pelos médicos e ter optado por passar seus últimos dias em casa.
Conhecido pelo bordão "Meu nome é Enéas", cunhado no início da sua carreira política em 1989, quando criou o Partido de Reedificação da Ordem Nacional (Prona), o deputado terá seu corpo cremado no Rio de Janeiro, de acordo com o presidente do partido, Luciano Castro. Ele disse à Reuters que a perda foi grande para o PR e para o Brasil.
"Era uma figura nacional e sua perda representa uma tristeza muito grande, ele nem teve tempo de viver o novo partido, estava vivendo com muita dificuldade nessa luta contra a doença", afirmou Castro no início da noite de domingo.
Castro comunicou ao líder da Câmara, Arlindo Chinaglia, que decretou luto na Casa na segunda-feira.
Médico cardiologista, Enéas era filho de um barbeiro e uma dona de casa e nasceu em Rio Branco, no Acre. Aos nove anos perdeu o pai e começou a trabalhar para ajudar a família. Aos 20 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde cursou a Escola de Saúde do Exército e, em 1959, graduou-se como terceiro-sargento auxiliar de anestesia.
Deixou o Exército em 1965 e, no mesmo ano, formou-se na Faculdade Fluminense de Medicina, com especialização em cardiologia. Em 1989 decidiu ingressar na carreira política por insistência da esposa, segundo o próprio Enéas, que afirmava que a companheira estava saturada de ouvir o marido reclamar dos políticos e da situação do país.
Com apenas 17 segundos na TV criou o bordão que lhe renderia 360 mil votos na eleição presidencial em 1989. Em 1994, com pouco mais de um minuto na TV, Enéas ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, com 4,67 milhões de votos, perdendo apenas para os então candidatos no primeiro turno Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 1998, com 70 segundos na TV, Enéas conseguiu expor algumas de suas idéias nacionalistas, como a defesa da fabricação "pacífica" da bomba atômica para que o Brasil fosse "mais respeitado". Contudo, não conseguiu manter o bom desempenho da eleição anterior e terminou o pleito em quarto lugar, com 1,4 milhão de votos.
Logo após sua votação recorde para deputado federal em 2002, que garantiu vaga no Congresso para outros cinco deputados de seu partido, Enéas foi acusado pela Justiça Eleitoral de São Paulo de promover a venda de legenda a candidatos.
Nas eleições de 2006, já debilitado, foi reeleito deputado, cargo que exercia até o agravamento da doença.
(Por Denise Luna)
"Era uma figura nacional e sua perda representa uma tristeza muito grande, ele nem teve tempo de viver o novo partido, estava vivendo com muita dificuldade nessa luta contra a doença", afirmou Castro no início da noite de domingo.
Castro comunicou ao líder da Câmara, Arlindo Chinaglia, que decretou luto na Casa na segunda-feira.
Médico cardiologista, Enéas era filho de um barbeiro e uma dona de casa e nasceu em Rio Branco, no Acre. Aos nove anos perdeu o pai e começou a trabalhar para ajudar a família. Aos 20 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde cursou a Escola de Saúde do Exército e, em 1959, graduou-se como terceiro-sargento auxiliar de anestesia.
Deixou o Exército em 1965 e, no mesmo ano, formou-se na Faculdade Fluminense de Medicina, com especialização em cardiologia. Em 1989 decidiu ingressar na carreira política por insistência da esposa, segundo o próprio Enéas, que afirmava que a companheira estava saturada de ouvir o marido reclamar dos políticos e da situação do país.
Com apenas 17 segundos na TV criou o bordão que lhe renderia 360 mil votos na eleição presidencial em 1989. Em 1994, com pouco mais de um minuto na TV, Enéas ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, com 4,67 milhões de votos, perdendo apenas para os então candidatos no primeiro turno Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 1998, com 70 segundos na TV, Enéas conseguiu expor algumas de suas idéias nacionalistas, como a defesa da fabricação "pacífica" da bomba atômica para que o Brasil fosse "mais respeitado". Contudo, não conseguiu manter o bom desempenho da eleição anterior e terminou o pleito em quarto lugar, com 1,4 milhão de votos.
Logo após sua votação recorde para deputado federal em 2002, que garantiu vaga no Congresso para outros cinco deputados de seu partido, Enéas foi acusado pela Justiça Eleitoral de São Paulo de promover a venda de legenda a candidatos.
Nas eleições de 2006, já debilitado, foi reeleito deputado, cargo que exercia até o agravamento da doença.
(Por Denise Luna)
quarta-feira, maio 02, 2007
F L A G R A N T E S
Algumas atitudes do povo que habita em Belém do Pará.
No trânsito:
- Utilizar de forma errada as faixas de divisão de pistas, algumas pessoas acham que o carro deve ficar em cima da faixa.
- Parar em local proibido e ligar o pisca-alerta achando que isso resolve tudo. Dane-se quem tem que desviar em uma rua com o tráfego intenso.
- Andar em marcha lenta nas faixas de velocidade.
- Os cilclistas acham que podem tudo, inclusive andar na contra-mão.
- Carroças, o que fazer com elas?
- Pedestres circulando no meio-fio.
- Carros estacionados na calçada.
- Ônibus em todas as faixas, parando no meio da via.
No trânsito:
- Utilizar de forma errada as faixas de divisão de pistas, algumas pessoas acham que o carro deve ficar em cima da faixa.
- Parar em local proibido e ligar o pisca-alerta achando que isso resolve tudo. Dane-se quem tem que desviar em uma rua com o tráfego intenso.
- Andar em marcha lenta nas faixas de velocidade.
- Os cilclistas acham que podem tudo, inclusive andar na contra-mão.
- Carroças, o que fazer com elas?
- Pedestres circulando no meio-fio.
- Carros estacionados na calçada.
- Ônibus em todas as faixas, parando no meio da via.